terça-feira, 13 de novembro de 2012

viver...viver, nascer...

Vida, vida viver, nascer, morrer!
Tudo tão efêmero, tudo tão sutil
sou brasa, sou nada!
Sou fogo,  sou neve !

Olhando o tempo,  perdida em pensamentos, 
Laura vê o tempo escasso,  a vida insana que ela viveu até hoje.
Nada de felicidade, nada de tão emocionante ou doce,
apenas vida sem graça,  vida mais ou menos  vida!
Esse lance viver é fugaz, é solitário, por mais que ela na multidão,  está só!
Laura é só! Laura é fantasia sem par é bailarina de solo!
Solo, solidão nada de coro, nada de pares,
apenas Laura e a dor!


Graça Tavarez