Coração estilhaçado, desordem em volta, lágrimas, páginas rasgadas, tudo é solidão!
Sonhos que se tornaram pesadelos e agora?
Perguntas sem respostas:
_ o que fiz, o que farei?
_Onde errei? será que fui eu?
Nada ecoa, além da dor que sangra seu peito, é tudo surreal!
tudo anormal, nessas lágrimas tem toda uma historia de amor,
de entregas e paixão!
Nesse corpo tem uma vida repleta de sofrimentos e mágoas!
Tudo era apenas uma farsa, esse maldito amor era falso, era cruel e a castigava!
Ela se doou, se fêz amiga, amante companheira fiel, se deu se perdeu na doação insana,
nada foi do que pensava ser, nada era do pensou existir!
Agora nessa solidão absurda, ela vaga no caos, perdida nas lembranças amargas,
num torpo sem limites, flasch de loucura iluminam sua mente!
Fraca e sem rumo cambaleia no infinito!
O ontem foi apenas uma ilusão, o hoje não passa de uma agonia e o amanhã esse sim talvez possa ter um brilho insano, em tons de vermelhos múltiplos carregados de loucura e dor!!
Graça Tavarez
terça-feira, 17 de abril de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Ana saudades
E essa saudade é assim...
Algo súbito, algo doido, até dolorido!
Essa ausência é sentida, é caótica mas é real!
Ana se arrasta em sua inércia, vagando sem paradas, sem rumos nos pensamentos sofridos,
saudades de uma vida perdida na sua vida, saudades da infância, da mãe, do cheiro de peixe frito no jantar.
Nessa melancolia todas as dores vem, sugando, martirizando, torturando.
Ela é agora a parte que restou, a que chora, a que se perdeu no tempo.
Olha em volta, tudo está normal, absolutamente em ordem.
_Que ordem, o que é normal?
Dentro do seu peito algo que sair e gritar, mas ela resiste, persiste na loucura da ordem,
no querer ser normal, absolutamente sem fé, sem teto, sem chão ela se rasga por dentro, chora, uiva lamenta calada...em vão a ordem reina, tudo em volta está limpo, arrumado, belo, só sua alma sangra,.só seus desejos calam, a saudade tem vida, tem poderes, ela não tem forças nem ânimo, não tem razão nem vontades, apenas vive a deriva desse sentimento, dessas dores, seu algoz é sua ordem, sua estupidez absurda em querer ser normal.
Nada é maior que seu desespero em recordar o que se foi, Ana tambem quer ir, nessa louca viagem ao infinito da alma, ela se joga na escuridão cheia de fantasmas.
Graça Tavares
Algo súbito, algo doido, até dolorido!
Essa ausência é sentida, é caótica mas é real!
Ana se arrasta em sua inércia, vagando sem paradas, sem rumos nos pensamentos sofridos,
saudades de uma vida perdida na sua vida, saudades da infância, da mãe, do cheiro de peixe frito no jantar.
Nessa melancolia todas as dores vem, sugando, martirizando, torturando.
Ela é agora a parte que restou, a que chora, a que se perdeu no tempo.
Olha em volta, tudo está normal, absolutamente em ordem.
_Que ordem, o que é normal?
Dentro do seu peito algo que sair e gritar, mas ela resiste, persiste na loucura da ordem,
no querer ser normal, absolutamente sem fé, sem teto, sem chão ela se rasga por dentro, chora, uiva lamenta calada...em vão a ordem reina, tudo em volta está limpo, arrumado, belo, só sua alma sangra,.só seus desejos calam, a saudade tem vida, tem poderes, ela não tem forças nem ânimo, não tem razão nem vontades, apenas vive a deriva desse sentimento, dessas dores, seu algoz é sua ordem, sua estupidez absurda em querer ser normal.
Nada é maior que seu desespero em recordar o que se foi, Ana tambem quer ir, nessa louca viagem ao infinito da alma, ela se joga na escuridão cheia de fantasmas.
Graça Tavares
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Antigo coração
Esse frágil coração agoniza.
São tantas incertezas e absurdos,
Que o descompasso da vida se perde,
no emaranhado do dia,
entre raios de sol e água gelada
o coração explode.
Nada é mais azul que os sonhos,
Nada é mais cruel que acordar
e se sentir no vazio.
Esse absoluto coração
é denso de emoções e cores,
É frio de amor ,cheio de dor.
Doido coração antigo,
se repete nas andanças das emoções sortidas.
São tantas incertezas e absurdos,
Que o descompasso da vida se perde,
no emaranhado do dia,
entre raios de sol e água gelada
o coração explode.
Nada é mais azul que os sonhos,
Nada é mais cruel que acordar
e se sentir no vazio.
Esse absoluto coração
é denso de emoções e cores,
É frio de amor ,cheio de dor.
Doido coração antigo,
se repete nas andanças das emoções sortidas.
Escuridão
Na agonia da escuridão,
a sombra lenta e magoada vaga.
No desespero da fome insaciável,
a saliva se esvae num lamento seco.
Na tortuosa escada do destino,
as lágrimas escorrem...
e os corredores escorregadios e escuros
dessa alma,
são profundos abismos de sentimentos vazios.
Nesse dar sem receber,
definha se as ilusões
e todo afeto é morto,
toda vida é nada.
Diante de toda essa agonia,
restou apenas uma casca oca insípida
do que um dia ousou existir.
Graça Tavares
a sombra lenta e magoada vaga.
No desespero da fome insaciável,
a saliva se esvae num lamento seco.
Na tortuosa escada do destino,
as lágrimas escorrem...
e os corredores escorregadios e escuros
dessa alma,
são profundos abismos de sentimentos vazios.
Nesse dar sem receber,
definha se as ilusões
e todo afeto é morto,
toda vida é nada.
Diante de toda essa agonia,
restou apenas uma casca oca insípida
do que um dia ousou existir.
Graça Tavares
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Caixa de ilusões
É uma caixinha de sonhos,
assim meio mágica, assim meio trágica.
É um universo de fantoches armados de solidão,
buscando felicidade.
É um ritual de deuses enfastiados, criandos mitos, destruindo ritos.
É tudo uma bolha imensa, onde os sonhos habitam e inexistem,
fazendo a multidão ávida de ilusões enlouquecer.
Nessa magia de cores e mentiras avulsas, todos tem seus interresses:
É o cafageste querendo se dá bem,
a carente em busca de amor, a virgem tresloucada querendo prazer,
o machista pilantra seduzindo as incautas senhoras aflitas.
nesse vaivém as emoções mesclam os sentimentos, são todos apenas seres necessitados e carentes em busca da vida.
e ela se apresenta ali, cheia de atrativos e nuances loucas,
numa intimidade publica e ao mesmo tempo única.
Nesse turbilhão de interresses múltiplos, alguns ganham, outros perdem ,uns sorriem,
outros choram, mas o aconchego falso do monitor, nas madrugadas frias e solitárias,
os embevecem, os alucinam, eles partem nessaaventura incessante, buscando mais, querendo a perfeita ilusão real desse existir virtual de amores e dores.
Graça Tavares
assim meio mágica, assim meio trágica.
É um universo de fantoches armados de solidão,
buscando felicidade.
É um ritual de deuses enfastiados, criandos mitos, destruindo ritos.
É tudo uma bolha imensa, onde os sonhos habitam e inexistem,
fazendo a multidão ávida de ilusões enlouquecer.
Nessa magia de cores e mentiras avulsas, todos tem seus interresses:
É o cafageste querendo se dá bem,
a carente em busca de amor, a virgem tresloucada querendo prazer,
o machista pilantra seduzindo as incautas senhoras aflitas.
nesse vaivém as emoções mesclam os sentimentos, são todos apenas seres necessitados e carentes em busca da vida.
e ela se apresenta ali, cheia de atrativos e nuances loucas,
numa intimidade publica e ao mesmo tempo única.
Nesse turbilhão de interresses múltiplos, alguns ganham, outros perdem ,uns sorriem,
outros choram, mas o aconchego falso do monitor, nas madrugadas frias e solitárias,
os embevecem, os alucinam, eles partem nessaaventura incessante, buscando mais, querendo a perfeita ilusão real desse existir virtual de amores e dores.
Graça Tavares
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Marina
è densa toda saudade tua
É dura essa espera nua
No vento gelado que atordoa,Marina te espera sem ousar esboçar sentimento algum,apenas espera.
Nesses encontros desencontrados do amor, ela chora, lágrimas secas e mudas inundam sua noite,
é ela agora a alma esquecida.
Após gemidos de êxtases e banhos de gozos extenuados, restou apenas a solidão.
Marina hesita em se exprimir, aos prantos, ela observa tudo a sua volta, sente que teu cheiro está no ar,
que tuas palavras carregadas de mentiras, ressoam no silencio desse vazio,
Mansa como uma gata, ela apenas se espreguiça e sonha...
sonha com os momentos plenos de ternura, com as tardes abarrotadas de paixão.
imersa nessa languidez erótica, Marina clama tua presença, chora tua ausência,
é tudo tão claro, nunca existisses,eras apenas uma miragem!
Nessa mania de fazer sombras, ela te criou, fez um semi deus despido de ilusões,
assim sua noite foi macia e trançada de fantasias.
Agora o sol vem sorrateiro, Marina sorrir, tudo não passou de um sonho!
Graça tavares
É dura essa espera nua
No vento gelado que atordoa,Marina te espera sem ousar esboçar sentimento algum,apenas espera.
Nesses encontros desencontrados do amor, ela chora, lágrimas secas e mudas inundam sua noite,
é ela agora a alma esquecida.
Após gemidos de êxtases e banhos de gozos extenuados, restou apenas a solidão.
Marina hesita em se exprimir, aos prantos, ela observa tudo a sua volta, sente que teu cheiro está no ar,
que tuas palavras carregadas de mentiras, ressoam no silencio desse vazio,
Mansa como uma gata, ela apenas se espreguiça e sonha...
sonha com os momentos plenos de ternura, com as tardes abarrotadas de paixão.
imersa nessa languidez erótica, Marina clama tua presença, chora tua ausência,
é tudo tão claro, nunca existisses,eras apenas uma miragem!
Nessa mania de fazer sombras, ela te criou, fez um semi deus despido de ilusões,
assim sua noite foi macia e trançada de fantasias.
Agora o sol vem sorrateiro, Marina sorrir, tudo não passou de um sonho!
Graça tavares
Furta cor
Hoje estou só...
Completamente só!
Tua ausência pertuba minha alma,
Teu silêncio fere meus sentidos,
E toda esse misto de dor, solidão e perdas, me sufocam.,
Sou eu num espelho múltiplo
Onde reflexos de pessoas diversas se espalham na luz.
são vários eus, dentro do meu eu que se perdeu!
Estou num torpor sórdido,
num sufoco delirante,
ardendo nessa saudade que insiste em instala-se
no meu ser.
Agora que toda gana de amar se foi.....
Estou na penumbra do que vivi.
A morte dos aentimentos, ronda a vida que restou.,
é azul ,lilás, verde ou violeta, nada é cor!
Tons sobre tons se fazem brilho
e aquela estrela é agora sombra perdida na galáxia
furta cor que apagou o amor.
Graça Tavares
Completamente só!
Tua ausência pertuba minha alma,
Teu silêncio fere meus sentidos,
E toda esse misto de dor, solidão e perdas, me sufocam.,
Sou eu num espelho múltiplo
Onde reflexos de pessoas diversas se espalham na luz.
são vários eus, dentro do meu eu que se perdeu!
Estou num torpor sórdido,
num sufoco delirante,
ardendo nessa saudade que insiste em instala-se
no meu ser.
Agora que toda gana de amar se foi.....
Estou na penumbra do que vivi.
A morte dos aentimentos, ronda a vida que restou.,
é azul ,lilás, verde ou violeta, nada é cor!
Tons sobre tons se fazem brilho
e aquela estrela é agora sombra perdida na galáxia
furta cor que apagou o amor.
Graça Tavares
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